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Bem vinda ao meu blog!

O sono é um aprendizado e não bastasse tamanho aprendizado podemos dizer que ele é uma das bases mais importantes para o desenvolvimento saudável do bebê e da criança. Bem como nossa única maneira de nos regenerarmos ao longo da vida.

Nós, adultos, possuímos um ciclo de sono estabelecido, mas um recém-nascido não nasce com ciclo circadiano constituído. O ciclo circadiano é o “relógio biológico” do corpo que regula os períodos de sono e vigília em um ritmo de cerca de 24 horas, influenciado principalmente pela luz e pela escuridão; ele também ajuda o organismo a perceber mudanças naturais, como as estações do ano, ajustando funções internas.I

Mas o que isso significa? Basicamente, dormir e se regular entre noite e dia é um aprendizado para os bebês.

Nos primeiros meses de vida, o bebê ainda está construindo sua capacidade de diferenciar dia e noite. Essa maturação acontece gradualmente, conforme o sistema neurológico e endócrino se desenvolvem e conforme o ambiente e as rotinas ajudam a organizar esse ritmo interno. Para se ter uma ideia, até os dois meses os bebês não produzem nem melatonina!

Ao longo do tempo, o bebê aprende a reconhecer padrões, como luz, barulho, temperatura e rotina familiar, que o ajudam a estabelecer horários mais regulares de sono. Nesse processo, o papel dos cuidadores é fundamental. Entender a melhor forma de adaptar o ambiente, rituais previsíveis, comportamento e organização dos próprios responsáveis, contar com alguns apetrechos e saber usá-los associados a técnicas de cuidado, contribui para que o bebê se sinta seguro, acolhido e preparado para descansar.

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Além disso, informação de qualidade e suporte adequado são poderosos aliados. Conhecer como o sono infantil funciona, o que é típico em cada fase e quais estratégias realmente têm embasamento científico ajuda a reduzir inseguranças, expectativas irreais e intervenções que podem atrapalhar mais do que ajudar. Cuidar do sono do bebê é, portanto, mais do que buscar noites tranquilas: é apoiar seu desenvolvimento, sua saúde emocional e seu crescimento.

Com paciência, conhecimento e apoio, esse processo se torna mais leve, mais seguro e mais harmonioso para todos.

Quando pensamos nas imagens de parto às quais estamos mais acostumados, normalmente o que vem à mente é um ambiente controlado, cheio de restrições e limitações para a pessoa que está parindo. Mas um parto fisiológico demanda o extremo oposto disso, e a alimentação é parte essencial do processo.

Assim como a liberdade de mobilidade, as parturientes, bem como as puérperas, devem ter o direito de decidir também sobre o que precisam para que seus corpos atravessem o processo da melhor maneira — em termos de saúde, mas também de bem-estar subjetivo. Isso deveria ser algo inegociável em qualquer serviço de saúde que atenda partos.


É claro que é necessária uma boa orientação nutricional pela equipe multiprofissional, especialmente pelos profissionais de saúde que prestam assistência ao parto durante o momento, mas a decisão final cabe à própria pessoa, e ela deve ter acesso a alimentos.

As restrições alimentares durante o parto estão historicamente baseadas em estudos e pesquisas sobre riscos de broncoaspiração. Por volta dos anos 1940, Mendelson descobriu uma incidência de 0,15% de broncoaspiração em parturientes submetidas à anestesia geral. No entanto, o risco de uma parturiente necessitar de anestesia geral em uma cirurgia intraparto é muito baixo, e os processos de analgesia de parto evoluíram consideravelmente ao longo dos anos.


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A falta de ingestão adequada de nutrientes também pode gerar danos importantes, considerando riscos e benefícios, além de fadiga e estresse metabólico que acarretam diversas condições clínicas de saúde, além de ser prejudicial para o processo e recuperação.

Portanto, toda pessoa em trabalho de parto deveria ser encorajada a se alimentar e se hidratar, na medida em que for confortável e prazeroso para ela.

Para além das refeições, alguns alimentos rápidos e fáceis que podem ser bem-vindos durante o começo do parto e o parto são:

  • Banana,

  • Purê de maçã sem casca,

  • Frutas secas,

  • Pequenas porções de mel,

  • Pasta de amendoim,

  • Castanhas e nozes,

  • Cacau,

  • Biscoitos de arroz,

  • Biscoito de polvilho,

  • Açaí,

  • Sorvete (preferencialmente natural), especialmente de limão e frutas cítricas.

Água (sempre!)

Bebidas isotônicas (que fornecem glicose e eletrólitos), especialmente água de coco (rica em eletrólitos).


Deixe uma preparada uma compra de mercado com esses alimentos e algumas marmitas preparadas para o começo dos pródromos e fase incial do trabalho de parto em casa. Converse com a sua equipe e tenha um bom plano de parto!




Atualizado: 21 de jul. de 2025

Você sabia que a a técnica instrumental do laser de baixa frequência pode auxiliar na recuperação pós-parto de diversas formas!? Como por exemplo: no estímulo à cicatrização pós cesárea e redução de dor bem como na recuperação perineal em alguns casos. Também na cicatrização de lesões mamilo areolares e analgesia local, caso haja alguma intercorrência no processo de amamentação.


A laserterapia é um tratamento com luz vermelha e infravermelha de baixa intensidade, indolor e não invasivo, que promove a regeneração dos tecidos e alívio da dor através da afinidade deste tipo e qualidade de luz com as nossas mitocôndrias.


É muito importante que a técnica seja utilizada em associação à uma avaliação clínica especializada e manejo do quadro e da questão responsável pelo acometimento, caso haja e o acompanhamento do tratamento e/ou recuperação compartilhado entre os profissionais responsáveis.


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Algumas Indicações para o uso do laser:


• Auxílio na cicatrização perineal e pós cirúrgica em caso de cesárea;


• Cicatrização de fissuras mamilares;


• Analgesia / Diminuição da dor para amamentar;


• Diminuição de edema (inchado) de pernas, mamas e do corpo todo;


• Diminuição da inflamação de hemorróidas;


• Tratamento de Candidíases;


• Assaduras


• Redução de radicais livres e aumento do sistema imunológico; tratamento associado de processos inflamatórios; melhora na qualidade do sono (ILIB)


É importante lembrar também que ainda temos muito o que estudar e aprofundar sobre o assunto, então vou deixar algumas informações que podem ser esclarecedoras sobre a técnica:


• Procure um profissional capacitado em sua área. A profissão “Laserterapeuta” não existe;


• Não faça laser preventivo e se encontrar alguém vendendo “pacote de sessões de laser” no ciclo gravídico puerperal sugiro que “caia fora”;


• Vale ter atenção se a profissional valoriza o trabalho interdisciplinar


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Isadora Malta | Doula, Consultora de Aleitamento e Educadora Somática

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